Fundado a 27 de Maio de 2002, formou-se o Mega Atlético F. C., um grupo de Mega amigos, no ínicio uma brincadeira, agora muito mais do que isso, são Mega amizades, é uma Mega união, são os Megas Bacanões.... Todos com um Amor único, comum e infindavél... o Mágico F.C. Porto!!! Dentro do Colectivo 95 também nos fazemos sentir, onde quer que o Mágico jogue o Grupo Mega estará sempre presente, são 90 minutos de apoio incansáveis.!!! Ass: Mega Members

terça-feira, maio 30, 2006

COREOGRAFIA DO ANO!!

9 Comments:

Anonymous Anónimo said...

e o nenucos a olhar e o outro a fazer filmes...

Ass:LAZIALE

quinta-feira, junho 01, 2006 8:43:00 a.m.

 
Anonymous Anónimo said...

Ouvi dizer que um certo membro do mágico mega formulou uma opinião, pouco sábia, acerca dos comentários femininos no blog. Quanto a isso tenho algumas coisas a referir. Pelo menos dois dos membros femininos acompanham o mega desde o seu nascimento, o que nos dá logo vitalicidade do seio do grupo. Ponto dois, os nossos comentários forem sempre com intenção de fazer emergir o que há de melhor em vocês e nunca o pior... logo são construtivos! Outra questão tem a ver com a qualidade dos posts, aos quais se dá entre 1 a 10... 12!

Mais uma vez deixem-me referir que este blog anda um pouco "por baixo", no sentido de não haver comentários recentes... Será que tem a ver com os treinos árduos? Ou com os jogos suados? Se calhar é do calor... Não sei!

Ass.: Mega Girl

domingo, junho 04, 2006 4:52:00 p.m.

 
Anonymous Anónimo said...

Norte Nome de Portugal
Por: Miguel Esteves Cardoso

Primeiro, as verdades. O Norte é mais Português que Portugal. As minhotas são as raparigas mais bonitas do País. O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela. As festas da Nossa Senhora da Agonia
são as maiores e mais impressionantes que já se viram.

Viana do Castelo é uma cidade clara. Não esconde nada. Não há uma Viana secreta. Não há outra Viana do lado de lá. Em Viana do Castelo está tudo à vista. A luz mostra tudo o que há para ver. É uma cidade verde-branca.
Verde-rio e verde-mar, mas branca. Em Agosto até o verde mais escuro, que se vê nas árvores antigas do Monte de Santa Luzia, parece tornar-se branco ao olhar. Até o granito das casas. Mais verdades. No Norte a comida é melhor.
O vinho é melhor. O serviço é melhor. Os preços são mais baixos. Não é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma ninharia. Estas são as verdades do Norte de Portugal. Mas há uma verdade maior. É que só o
Norte existe. O Sul não existe. As partes mais bonitas de Portugal, o
Alentejo, os Açores, a Madeira, Lisboa, et caetera, existem sozinhas. O Sul é solto. Não se junta. Não se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte. No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos. Quem é que se
identifica como sulista? No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses juntos falam de Portugal inteiro.

Os nortenhos não falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país.
Não haja enganos. Não falam do Norte para separá-lo de Portugal. Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal. Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que constitui Portugal. Mas o Norte
é onde Portugal começa. Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo. Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro.
Pátria mesmo, por muito pequenina. No Norte. Em contrapartida, sem o Norte,
Portugal seria uma mera região da Europa. Mais ou menos peninsular, ou insular. É esta a verdade. Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é especial mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os Açores são um caso à parte.

Em qualquer caso, os lisboetas não falam nem no Centro nem no Sul - falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela entidade incompreensível a que chamam,
qual hipermercado de mil misturadas, Continente.

No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito
estragado, mas é um estragado português, semi-arrependido, como quem não quer a coisa. O Norte cheira a dinheiro e a alecrim. O asseio não é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho. Tem esse defeito e essa verdade. Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável, porque os alentejanos são mais frios e
conservadores (menos portugueses) nessas coisas.

O Norte é feminino. O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.

As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-ompossíveis,
daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos. Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas.
Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade.
Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito.

Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens. Fazem-me
todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos, mas gosto delas. São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem.

As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer. Em Viana, durante as festas, são as senhoras em toda a parte.
Numa procissão, numa barraca de feira, numa taberna, são elas que decidem silenciosamente. Trabalham três vezes mais que os homens e não lhes dão importância especial. Só descomposturas, e mimos, e carinhos. O Norte é a nossa verdade. Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem
tanto orgulho no Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório.
Gostavam do Norte só porque eram do Norte. Assim também eu. Ansiava por encontrar um nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu, lisboeta, prefiro o Norte. Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete a cada português escolher, de cabeça fria e coração quente, os seus
pedaços e pormenores.

Depois percebi. Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos. Não escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar de as defenderem acerrimamente, põem acima dessas terras
a terra maior que é o "O Norte". Defendem o "Norte" em Portugal como os Portugueses haviam de defender Portugal no mundo.

Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua pertença particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma terra maior, é comovente.
No Porto, dizem que as pessoas de Viana são melhores do que as do Porto. Em Viana, dizem que as festas de Viana não são tão autênticas como as de Ponte de Lima.

Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante ainda é mais bonita. O Norte não tem nome próprio. Se o tem não o diz. Quem sabe se é mais Minho ou Trás-os-Montes, se é litoral ou interior, português ou galego? Parece vago.
Mas não é. Basta olhar para aquelas caras e para aquelas casas, para as árvores, para os muros, ouvir aquelas vozes, sentir aquelas mãos em cima de nós, com a terra a tremer de tanto tambor e o céu em fogo, para adivinhar.

O nome do Norte é Portugal. Portugal, como nome de terra, como nome de nós todos, é um nome do Norte. Não é só o nome do Porto. É a maneira que
têm deb dizer "Portugal" e "Portugueses". No Norte dizem-no a toda a hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem patrioteirismos. Como se fosse só um nome. Como "Norte". Como se fosse assim que chamassem uns pelos
outros. Porque é que não é assim que nos chamamos todos?

in K, Nº 2, Novembro de 1990
publicado por K Sábado, Dezembro 31, 2005

Ass.: Mega Girl (a fazer juz ao último post)

domingo, junho 04, 2006 5:03:00 p.m.

 
Anonymous Anónimo said...

Cá por mim devíamos interditar os comentários á ala feminina!!!!!

terça-feira, junho 06, 2006 3:56:00 p.m.

 
Anonymous Anónimo said...

Assinar a mensagem fica sempre bem...

Ass.: Mega Girl

terça-feira, junho 06, 2006 8:09:00 p.m.

 
Anonymous Anónimo said...

p.s. Continua muito calor... Os atletas continuam sem postar mensagens...

ai se não são as mulheres...

Ass.: Mega Girl :0)

terça-feira, junho 06, 2006 8:33:00 p.m.

 
Blogger MEGA said...

Quando o contributo é positivo não interessa o sexo!!
Ainda bem que temos post deste nivel e com este contiudo!! VIVA O PORTO!!

Magic Mega

quarta-feira, junho 07, 2006 5:07:00 p.m.

 
Anonymous Anónimo said...

Qual foi a parte que a ala feminina não percebeu que deviam deixar de fazer comentários????

quarta-feira, junho 07, 2006 5:13:00 p.m.

 
Anonymous Anónimo said...

"Mega Membro", obrigada pelo reforço dos comentários da ala feminina. Felizmente existem pessoas no seio do grupo a dar a devida importância às mulheres e a ter o bom gosto de apreciar o que é bom!!!
Quanto àqueles que criticam... Procurem criticar menos e postar mais... com conteúdo!!!
O grupo mega é grande não apenas pela existência dos atletas, mas porque para além deles se estende uma manta azul de apoiantes onde a ala feminina dá o seu principal contributo!

Ass.: Mega Girl

quinta-feira, junho 08, 2006 10:58:00 a.m.

 

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